“O pior analfabeto é o analfabeto político. Ele não ouve, não fala, nem participa dos acontecimentos políticos. Ele não sabe que o custo de vida, o preço do feijão, do peixe, da farinha, do aluguel, do sapato e do remédio dependem das decisões políticas.
O analfabeto político é tão burro que se orgulha e estufa o peito dizendo que odeia a política. Não sabe o imbecil que da sua ignorância política nasce a prostituta, o menor abandonado, e o pior de todos os bandidos que é o político vigarista, pilantra, o corrupto e lacaio dos exploradores do povo”. Bertold Brecht
Sempre tive muito preconceito em relação à política partidária municipal, e a mesma postura em relação aos políticos despreparados que fazem parte dela, mas bastou um convívio mais próximo com minha querida amiga Profª Soraia, candidata derrotada
nas últimas eleições por menos de 5% dos votos, na vizinha cidade de Guidoval, o envolvimento na política de pessoas que admiro como meu querido mestre Adelunar Marge, e a aproximação com o atual prefeito municipal de minha cidade para que eu entendesse a importância da política partidária quando praticada por pessoas realizadas e que já se sublimaram em relação ao egoísmo, a vaidade e o orgulho, e querem ser pragmáticas em relação ao que considera fraternidade.
Tenho plena consciência de como funciona o teatro da nossa política partidária, onde líderes políticos manipuladores e cabos eleitorais manipulados são movidos por inconfessáveis interesses pessoais que, distribuindo migalhas entre os seus militantes partidários os transformam em uma espécie de claque de auditório que, por má fé ou alienação, não sabem ou não querem debater, questionar ou procurar, por eles mesmos, soluções para as reais necessidades de uma sociedade tão complexa como a nossa.
É preciso que mais gente escute as palavras de Bertold Brecht e comecem a se envolver, ocupando os espaços daqueles que já foram contaminados e que não estão à altura da missão que lhes foram conferidas.
Em minha bem intencionada inocência alienada dos “analfabetos políticos”, pensei que talvez a democracia direta, através de plebiscitos, pudesse nos livrar destes representantes mal preparados... Ledo engano, o “ditador democrático” Hugo Chaves, com suas consultas diretas à população venezuelana mostrou o quanto estava enganado.
De tanto estar envolvido com o Projovem e com todos os problemas que envolvem o dia-a-dia de meus alunos, depois de alguns meses trocando idéias com um deles, Válber Leandro da Silva, presidente da Associação de Moradores do Bairro Aeroporto, constatei que o principal problema lá é a falta de envolvimento da comunidade, não existe mobilização para definir, reivindicar e pressionar junto ao poder público o que a comunidade realmente necessita, pior, existe uma crença generalizada de que isso não seja possível.
A vaidade humana ganha aspectos patológicos quando existe disputa por cargos, a
s pessoas brigam até para serem síndicos de prédios de apartamentos, que dirá para ocuparem uma cadeira de vereador em uma cidade como a nossa, mas estou convencido que só a participação política, a despeito de todos os preconceitos, é a única forma de começar a trocar as personagens deste teatro, colocando protagonistas que estejam envolvidos, de corpo e alma, com as bases comunitárias.
Já tenho meu candidato a vereador para daqui a dois anos... meu aluno e presidente da Associação de Moradores do Bairro Aeroporto... Válber Leandro da Silva, que surpreendentemente, tem um grau de consciencia social bem acima da média dos jovens de sua idade.
O analfabeto político é tão burro que se orgulha e estufa o peito dizendo que odeia a política. Não sabe o imbecil que da sua ignorância política nasce a prostituta, o menor abandonado, e o pior de todos os bandidos que é o político vigarista, pilantra, o corrupto e lacaio dos exploradores do povo”. Bertold Brecht
Sempre tive muito preconceito em relação à política partidária municipal, e a mesma postura em relação aos políticos despreparados que fazem parte dela, mas bastou um convívio mais próximo com minha querida amiga Profª Soraia, candidata derrotada
nas últimas eleições por menos de 5% dos votos, na vizinha cidade de Guidoval, o envolvimento na política de pessoas que admiro como meu querido mestre Adelunar Marge, e a aproximação com o atual prefeito municipal de minha cidade para que eu entendesse a importância da política partidária quando praticada por pessoas realizadas e que já se sublimaram em relação ao egoísmo, a vaidade e o orgulho, e querem ser pragmáticas em relação ao que considera fraternidade.Tenho plena consciência de como funciona o teatro da nossa política partidária, onde líderes políticos manipuladores e cabos eleitorais manipulados são movidos por inconfessáveis interesses pessoais que, distribuindo migalhas entre os seus militantes partidários os transformam em uma espécie de claque de auditório que, por má fé ou alienação, não sabem ou não querem debater, questionar ou procurar, por eles mesmos, soluções para as reais necessidades de uma sociedade tão complexa como a nossa.
É preciso que mais gente escute as palavras de Bertold Brecht e comecem a se envolver, ocupando os espaços daqueles que já foram contaminados e que não estão à altura da missão que lhes foram conferidas.
Em minha bem intencionada inocência alienada dos “analfabetos políticos”, pensei que talvez a democracia direta, através de plebiscitos, pudesse nos livrar destes representantes mal preparados... Ledo engano, o “ditador democrático” Hugo Chaves, com suas consultas diretas à população venezuelana mostrou o quanto estava enganado.
De tanto estar envolvido com o Projovem e com todos os problemas que envolvem o dia-a-dia de meus alunos, depois de alguns meses trocando idéias com um deles, Válber Leandro da Silva, presidente da Associação de Moradores do Bairro Aeroporto, constatei que o principal problema lá é a falta de envolvimento da comunidade, não existe mobilização para definir, reivindicar e pressionar junto ao poder público o que a comunidade realmente necessita, pior, existe uma crença generalizada de que isso não seja possível.
A vaidade humana ganha aspectos patológicos quando existe disputa por cargos, a
s pessoas brigam até para serem síndicos de prédios de apartamentos, que dirá para ocuparem uma cadeira de vereador em uma cidade como a nossa, mas estou convencido que só a participação política, a despeito de todos os preconceitos, é a única forma de começar a trocar as personagens deste teatro, colocando protagonistas que estejam envolvidos, de corpo e alma, com as bases comunitárias.Já tenho meu candidato a vereador para daqui a dois anos... meu aluno e presidente da Associação de Moradores do Bairro Aeroporto... Válber Leandro da Silva, que surpreendentemente, tem um grau de consciencia social bem acima da média dos jovens de sua idade.